A fila do INSS atingiu 2,96 milhões de pedidos pendentes em 2025 — o maior número da história. Entenda os motivos, compare a evolução entre governos e saiba o que fazer enquanto aguarda o benefício.
1. O recorde da fila do INSS: quase 3 milhões de brasileiros esperando
A fila de espera do INSS atingiu 2,96 milhões de pedidos pendentes em novembro de 2025, o maior número já registrado na história do órgão, segundo dados atualizados de diferentes portais jornalísticos.
Desse total, 933 mil pedidos são referentes ao BPC (Benefício de Prestação Continuada), destinado a idosos acima de 65 anos e pessoas com deficiência em situação de vulnerabilidade.
Para quem está esperando, é importante saber que esse cenário não é individual — milhões de brasileiros estão na mesma situação, e isso ajuda a entender por que as respostas têm demorado tanto.
2. Por que a fila ficou tão grande?
Principais motivos identificados nas fontes
- Falta de peritos médicos e necessidade de contratação emergencial de novos profissionais
- Mudanças nas regras do BPC, exigindo biometria e novas validações de renda
- Aumento do número de pedidos em relação aos anos anteriores
- Atualização do sistema do INSS, impactando temporariamente as análises
- Representação maior de pedidos no Nordeste, onde a fila chega a 188 dias em média, contra 45 dias em outras regiões
3. O que fazer enquanto seu benefício está parado?
✔️ 1. Acompanhe diariamente pelo Meu INSS
Às vezes, o sistema pede documentos extras. Se faltar algo, o pedido trava.
✔️ 2. Mantenha seus dados atualizados
Telefone e e‑mail incorretos impedem contato da perícia.
✔️ 3. Caso esteja em perícia médica, verifique vagas extras
Com a contratação de novos peritos, alguns municípios estão abrindo horários adicionais.
✔️ 4. Se o prazo ultrapassar 45 dias, é possível entrar com reclamação
- Ouvidoria do INSS
- Defensoria Pública (gratuitamente)
- Aplicativo Fala.BR
- Procure um advogado para entrar com mandado de segurança, clique aqui e fale conosco: wa.me/5515996621520
✔️ 5. Para BPC, confira se sua renda está cadastrada corretamente
A nova regra exige recálculo da renda familiar.




